DO FOLHETIM AO HIPERTEXTO: A EDIÇÃO DIGITAL COMO RESGATE CRÍTICO DE “CASA VELHA”, DE MACHADO DE ASSIS

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Resumo

O presente artigo objetiva discorrer sobre como o desenvolvimento de uma edição digital de Casa Velha transcende a mera conversão de suporte, posicionando-se como um recurso potente de letramento crítico. Diante do desafio de engajar leitores contemporâneos com obras clássicas, investiga-se como a tecnologia pode aprofundar a leitura crítica de Casa Velha, de Machado de Assis, resgatando o contexto social da obra. A metodologia adotada foi a pesquisa aplicada, unindo revisão teórica e o desenvolvimento prático de um protótipo digital. A análise se ampara em teorias da comunicação literária, multimodalidade e do campo editorial. Os resultados demonstram que a integração de paratextos interativos e elementos visuais constrói uma experiência de leitura imersiva e contextualizada. Conclui-se que o projeto valida o potencial das humanidades digitais para renovar a apreciação de clássicos e valorizar a literatura afro-brasileira, oferecendo um modelo para futuras produções editoriais.

Biografia do Autor

Ana Luiza Bruzadelli de Souza, Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Graduanda em Letras: Português/Inglês pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Membro do grupo de pesquisa SOLARIS – Solidariedade, Ações Responsáveis e Inovação Social (CNPq/PUC-Campinas).

João Paulo Hergesel, Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)

Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguagens, Mídia e Arte da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Doutor em Comunicação (UAM), com pós-doutorado em Comunicação e Cultura (Uniso). Membro do grupo de pesquisa Entre(dis)cursos: sujeito e língua(gens).

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Publicado

08/07/2026

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Artigos