https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/ragc/issue/feed RAGC 2026-08-09T15:18:09-03:00 Cristina Soares cristsoares@hotmail.com Open Journal Systems <p>A Revista de Auditoria, Governança e Contabilidade - RAGC, tem como finalidade disseminar, registrar, avaliar e divulgar a produção científica relevante, realizada pelas diversas instituições ligadas à Ciências Contábeis, da academia brasileira e internacional nas áreas aplicadas a auditoria, contabilidade e governança corporativa. A Revista segue as Boas Práticas de Publicação Científica da Anpad, pois com base no manual: as Boas Práticas representam um conjunto de critérios e orientações a respeito da publicação científica e dos papéis dos principais atores envolvidos no processo, tanto sob o ponto de vista ético quanto do operacional. A adoção dessas Boas Práticas na gestão de periódicos, traz contribuições relevantes, para o conhecimento científico. Sugerimos a leitura do manual tanto para leitores como também para autores e avaliadores da Revista de Auditoria, Governança e Contabilidade - RAGC.</p> <p><strong>A periodicidade da publicação é fluxo contínuo.</strong></p> <p><strong><a href="http://www.fucamp.edu.br/wp-content/uploads/2015/11/boas_praticas.pdf">Manual de Boas Práticas de Publicação Científica ANPAD AQUI</a></strong></p> <p><strong>Qualis B1</strong></p> https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/ragc/article/view/4178 EVIDENCIAÇÃO CONTÁBIL DO CRÉDITO DE CARBONO: UM ESTUDO COM EMPRESAS LISTADAS NA B3 2026-02-24T16:54:12-03:00 Fabiola Maria Cavalli Fiorini fabiola.fiorini@unemat.br Graziele Oliveira Aragão Servilha graziele.aragao@unemat.br Josiane Silva Costa dos Santos josiane.santos@unemat.br Sônia Aparecida Beato Ximenes de Melo melo.sonia@unemat.br <p>A preocupação com os impactos ambientais causados pela intervenção humana, bem como as alterações climáticas e a procura de práticas sustentáveis têm fomentado o mercado de créditos de carbono, tornando-o uma ferramenta fundamental para as empresas que buscam eliminar as emissões de gases de efeito estufa. Diante disso, a pesquisa teve como objetivo verificar se as empresas evidenciam contábil e financeiramente os créditos de carbono. A partir disso, a pesquisa obteve uma amostra de 20 empresas listadas na BM&amp;F BOVESPA, que compõem a base do Índice Carbono Eficiente (ICO2) no ano de 2023. A pesquisa se caracterizou como descritiva e qualitativa e como procedimentos técnicos, bibliográfica, documental e indutiva. O estudo analisou os Relatórios da Administração (RA) e as Notas Explicativas (NE) de empresas listadas na B3, com foco na forma como os créditos de carbono são reconhecidos e evidenciados. Os resultados do estudo mostram que 85% das empresas evidenciam parcialmente os créditos de carbono em seus relatórios e demonstrações sobre projetos de créditos de carbono, financiamentos e tributação associados a esses créditos, pois a falta de padronização nas divulgações impede comparações adequadas e dificulta a transparência em relação às ações para a redução das emissões de gases de efeito estufa.</p> 2026-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 RAGC https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/ragc/article/view/4332 A INFLUÊNCIA DE EVENTOS POLÍTICOS, FINANCEIROS E SANITÁRIOS NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS LISTADAS NA [B]3 DO SEGMENTO DE CARNE E DERIVADOS 2026-07-03T17:06:07-03:00 Davy Antonio da Silva davy@ufu.br Bruno Barbosa Silva bruno394@ufu.br Sirlei Lemes sirlemes@uol.com.br Marcelo Tavares mtavares@ufu.br <p>O objetivo deste estudo foi identificar a relação entre o Return on Assets (ROA) das empresas brasileiras do setor de carne e derivados listadas na [B]3 e os acontecimentos políticos, financeiros e sanitários, utilizando dados trimestrais do período entre 2010 e 2024. Para sustentar os achados desta pesquisa, foi utilizada principalmente a Teoria da Nova Economia Institucional, que fornece arcabouço conceitual para identificar os impactos das crises políticas sobre o desempenho econômico de empresas. A pesquisa foi orientada por uma análise descritiva e explicativa, em que se analisou os dados trimestrais de 6 empresas entre os anos de 2010 e 2024, sendo calculado o ROA; os Eventos Financeiros, medidos pela inflação; Eventos Políticos, representados por uma variável dummy referente ao processo de impeachment, que ocorreu no Brasil entre os anos de 2015 e 2016; e a variável dummy COVID para os Eventos Sanitários. Aplicou-se o método de regressão com dados em painel, com a finalidade de escolher um, dentre os três principais modelos, Pooled, Efeitos Fixos e Efeitos Aleatórios, que fosse mais adequado para demonstrar se e de que forma esses eventos afetam o ROA das empresas. Os resultados demonstram que não existem evidências estatísticas de que os Eventos Financeiros e Políticos têm relação com o ROA. Contudo, o Evento Sanitário, medido pela variável dummy COVID, apresentaram significância estatística, contribuindo para o aumento do ROA das empresas objetos de estudo desta pesquisa.</p> 2026-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 RAGC https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/ragc/article/view/4395 LEGIBILIDADE DOS RELATÓRIOS DOS AUDITORES INDEPENDENTES EM COMPANHIAS ABERTAS COM MAIOR PARTICIPAÇÃO DE INVESTIDORES PESSOA FÍSICA NO BRASIL 2026-07-02T17:42:56-03:00 Joana dos Santos Serafim joanaserafim@id.uff.br Nathalia Cristine Cardoso Ribeiro nathaliacristine@id.uff.br Gabriel Augusto de Sousa gsousa@id.uff.br <p>A legibilidade dos relatórios financeiros refere-se à clareza de suas informações, sendo que, no contexto da auditoria independente, a clareza do relatório do auditor torna-se fundamental para apoiar a tomada de decisão, especialmente diante do crescimento da participação de investidores pessoa física no mercado de capitais brasileiro. O estudo teve como objetivo avaliar o nível de legibilidade dos relatórios de auditoria independente das 20 empresas com maior participação de investidores individuais no Brasil, listadas no ranking da InvestNews. A pesquisa caracteriza-se como descritiva e quantitativa, baseada na análise dos relatórios de auditoria independente do exercício social de 2024. A mensuração da legibilidade foi realizada por meio do software Análise de Legibilidade Textual (ALT), que incorpora métricas amplamente utilizadas na literatura. Os resultados evidenciaram níveis extremamente baixos de legibilidade em todos os relatórios analisados, com média de 19,95 pelo índice geral do ALT, 5,44 pelo índice de Flesch e 20,15 pelo índice de nebulosidade de Gunning (Fog), resultando nas mais baixas categorias de legibilidade. Análises adicionais indicaram indícios de menor legibilidade em textos emitidos por determinadas firmas de auditoria e em setores específicos. Conclui-se que os relatórios de auditoria das empresas analisadas apresentam elevada complexidade textual, o que pode comprometer sua efetiva utilização por investidores individuais. Os achados reforçam evidências anteriores sobre a baixa legibilidade dos textos no contexto brasileiro e sugerem a necessidade de avanços na forma de comunicação da auditoria independente, assim como pesquisas futuras que investiguem a relação entre legibilidade e a tomada de decisão por investidores pessoa física.</p> 2026-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 RAGC https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/ragc/article/view/4403 ASSEGURAÇÃO DOS RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DO BRASILEIRAS 2026-08-09T15:18:09-03:00 SOFHIA GOMES SILVA REIS sophia.miranda@ufu.br VIDIGAL FERNANDES MARTINS vidigal@ufu.br <p>Este estudo tem como objetivo analisar a estrutura dos relatórios de asseguração de sustentabilidade divulgados por instituições financeiras brasileiras listadas na B3, com foco nos padrões adotados, nas normas utilizadas e na forma de apresentação das informações aos stakeholders. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa e caráter documental, realizada a partir da análise de relatórios de sustentabilidade, relatórios ESG, relatórios anuais integrados e respectivas declarações de asseguração externa referentes ao exercício de 2024. A análise dos dados foi conduzida por meio da técnica de análise de conteúdo, com base em categorias previamente definidas e nos pilares das normas IFRS S1 e IFRS S2: governança, estratégia, gestão de riscos, métricas e metas. Os resultados indicam que as instituições financeiras vêm adotando referenciais internacionais e incorporando a asseguração externa como mecanismo de reforço da credibilidade das informações socioambientais. No entanto, foram identificadas limitações relacionadas à comparabilidade dos relatórios, à diversidade de critérios utilizados para classificação de operações sustentáveis e ao predomínio de asseguração em nível limitado. Conclui-se que, embora haja avanços relevantes na padronização e transparência das divulgações ESG, ainda são necessários aprimoramentos na consistência metodológica, comparabilidade e profundidade da asseguração.</p> 2026-08-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026